quarta-feira, 13 de maio de 2009

Projeto Liderança nas Escolas

Por: Andrea Kenya Biage Cruz*



PROJETO LIDERANÇA NAS ESCOLAS
Centro de Educação Profissional de Anápolis – CEPA
Conselho Nacional de Secretaria de Educação – CONSED

  • 1. HISTÓRICO:
    O Projeto Liderança nas Escolas, iniciado em 2006, partiu do interesse das autoridades educacionais de alguns países da América Latina e Caribe junto às representações do Conselho Britânico.

    2. OBJETIVOS:
    O presente projeto visa à melhoria da qualidade da educação nas escolas, através de rocas de experiências entre países da América Latina e Reino Unido, tendo para isso como foco principal o desenvolvimento da liderança nas escolas.

    3. ÁREAS DE AÇÃO DO PROJETO:
  • Gestão Escolar;
  • Avaliação Escolar (incluindo auto-avaliação);
  • Desenvolvimento e capacitação de educadores.

    4. DURAÇÃO DO PROJETO:
  • Cinco anos.

    5. PAÍSES SIGNATÁRIOS:
  • América Latina (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Jamaica, México, Trinidad e Tobago e Venezuela).
  • Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales).

    6. ESTADOS BRASILEIROS ENVOLVIDOS NO PROJETO:
    Cinco estados foram selecionados para o projeto piloto, sendo eles:
  • Pernambuco;
  • São Paulo;
  • Santa Catarina;
  • Tocantins;
  • Goiás.

    7. NÚMERO DE ESCOLAS ENVOLVIDAS NO PROJETO:
  • O projeto terá a participação de 200 (duzentas) escolas em todos os países envolvidos, sendo 25 (vinte e cinco) delas no Brasil.

    8. PARTICIPANTES NO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES:
  • Coordenadores regionais;
  • Coordenadores estaduais;
  • Diretores de Escolas;
  • Gestores Escolares;
  • Professores.

    9. HISTÓRICO DOS EVENTOS INERENTES AO PROJETO:
    ANO DE 2007
  • Escolha das escolas brasileiras que irão representar o Brasil no proposto projeto, sendo cinco unidades educacionais por estado.
    Objetivo: Designar as escolas integrantes do projeto.
  • Visitas as escolas brasileiras pelos representantes do Conselho Britânico.
    Objetivo: Conhecer as instalações físicas e os procedimentos administrativos e pedagógicos que ocorrem nas instituições.
  • 1 º Encontro de diretores brasileiros e britânicos (oficina) em São Paulo.
    Objetivo: Elaborar Plano de Ação para implementação do projeto e ampliar a rede de contatos, com outros diretores britânicos e demais estados participantes.

    ANO DE 2008
  • Visitas dos representantes britânicos no CEPA.
    Objetivo: Apresentar a intencionalidade e particularidades do projeto para a comunidade escolar e local.
  • Elaboração de um Plano de Ação pelo CEPA para instrumentalizar os processos administrativos e pedagógicos que irão contemplar as propostas do projeto.
    Objetivo: Elencar ferramentas para viabilizar as ações previstas no Projeto Liderança nas Escolas.
  • 2ª Oficina em Pernambuco com todos os representantes das unidades escolares envolvidas no projeto.
    Objetivo: Apresentação das atividades realizadas em cada estado, de acordo com as ações previstas no projeto.
  • Seminário Internacional sobre Gestão Escolar em Brasília.
    Objetivo: Integrar projetos internacionais do CONSED, desenvolvidos mediante parceria com a Embaixada Americana e o Conselho Britânico; Aprofundar e disseminar conhecimentos e experiências desenvolvidos sobre gestão escolar pelos participantes do Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar e Liderança nas Escolas; Desenvolver consensos em torno da definição de parâmetros de qualidade da escola, de desempenho de sua gestão e sua avaliação.
  • Visitas dos Gestores das unidades escolares brasileiras ao Reino Unido.
    Objetivo: Conhecer as práticas pedagógicas e as infra-estruturas das escolas do Reino Unido integrantes do projeto.

10. AÇÕES ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICAS IMPLEMENTADAS DE ACORDO COM O PROJETO

  • Ações ocorridas em 2007, 2008 e 2009.
  • Avaliação do Clima Organizacional;
  • Avaliação Institucional;
  • Avaliação por Desempenho (portfólio);
  • Avaliação Diagnóstica Didático-Pedagógica (1º momento – 20% do andamento do curso /2º momento - final de curso);
  • Enquete de caráter deliberativo sobre diferentes temáticas;
  • Desenvolvimento de software para registro e divulgação das avaliações didático-pedagógica (transparência no processo avaliativo);
  • Ficha de Observação das Boas Práticas;
  • Auto-avaliação do Gestor;
  • Formação Continuada dos trabalhadores em Serviço;
  • Construção de Blog específico para promover interatividade entre as escolas parceiras.

*Andrea Kenya Biage Cruz
Supervisão Técnico-Pedagógica

José Teodoro Coelho
DIREÇÃO

Bolo Escaldado

Por: Lana Guimarães


Bolo Escaldado



Ingredientes:

3 ovos
2 chávenas de farinha de trigo
2 chávenas de açúcar refinado
1 chávena de leite
1 colher se sopa de pó Royal
2 colheres de sopa de manteiga
Leite condensado
50g de coco ralado

Modo de Fazer:

Bata as claras em neve, junte as gemas, a farinha de trigo, o açúcar e o pó Royal.
Ferva o leite com a manteiga e escaldando a massa, aos poucos e virando lentamente.
Despeje a massa em uma forma untada e polvilhada e leve ao forno.
Depois de assado fure o bolo e espalhe o leite condensado por cima e por último espalhe o coco ralado.
Leve ao formo por alguns minutos.






segunda-feira, 11 de maio de 2009

Projeto - PQF – Programa de Qualificação de Fornecedores

Por: Fernando Nunes*



PQF – PROGRAMA DE QUALIFICAÇAO DE FORNECEDORES

Este Projeto, destinado ao desenvolvimento da Cadeia de Fornecimento ligada às grandes empresas do Setor Agro-industrial do município de Anápolis, faz parte do “Programa de Qualificação de Fornecedores”, desenvolvido pelo Sistema FIEG, com a gestão do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e apoio das grandes indústrias locais na criação do ambiente e fomento das atividades. Sabemos que um dos fatores de desenvolvimento é quando o próprio município é auto suficiente para atender as demandas de fornecimento com qualidade e principalmente quando os fornecedores locais passam a ter condição de exportar.
O programa tem como objetivo principal regulamentar e aprimorar as relações das grandes compradoras (âncoras) com seus fornecedores, visando à formação de um quadro de fornecedores que atuem como parceiros, num relacionamento estável e duradouro, baseado em confiança mútua e que:
- Melhorem continuamente sua gestão;
- Promovam melhorias contínuas em produtos e serviços existentes;
- Proporcionem total confiança quanto ao atendimento, seja em prazos, quantidade ou locais de entrega.
Com a realização do Programa - PQF, esperamos os seguintes resultados:
¨ Melhoria no padrão de qualidade do produto - produtos adequados à realidade do mercado e aos requisitos das empresas (no de reclamações/ano);
¨ Redução do retrabalho e do desperdício (custo real/custo orçado X 100);
¨ Redução do número de reclamações (no de reclamações/ano);
¨ Maior satisfação dos clientes (resultados de pesquisa de satisfação de clientes);
Portanto uma das fases deste programa é feita através da participação direta das grandes compradoras (âncoras) em listar seus fornecedores locais. Que posteriormente serão analisados, no quesito de fornecedor comum as várias âncoras e convidadas a participarem do programa de qualificação.
Desta forma, logo a baixo sugerimos esse modelo contendo os mais diversos tipos de fornecimentos possíveis e para atingirmos nossos objetivos é de suma importância conhecermos principalmente os tipos de fornecimentos que são tomados fora do município e se já houve tentativa de encontrar esses fornecimentos e houve alguma frustração de que tipo.
Desde já somos gratos por sua colaboração e participação no desenvolvimento local.


*Fernando Nunes - Gerente de Relacionamento IEL

Logística Reversa

Por: Carlos Henrique Klein*

Pra começar, Logística é um processo de planejamento, implantação e controle de fluxo eficiente e eficaz de mercadorias, serviços e das informações relativas deste o ponto de origem até o ponto de consumo com o propósito de atender às exigências dos clientes. (BALLOU, 2006, p. 27), o processo de logística reversa é o processo que cuida do fluxo inverso de materiais, ou seja, do consumo até sua fonte.

Grande parte do desperdício é gerada pela grande diferença entre a quantidade de material descartado e de material que poderia ser, mas não é, reutilizado, sendo assim, a Logística Reversa, ou como alguns a denominam, Logística Verde, estuda as melhores formas de direcionamento do produto após seu consumo e seu possível reaproveitamento.

Cada material já utilizado carrega consigo uma quantidade de valores agregados considerável. Desde sua produção até seu descarte, temos o desprendimento de energia para sua produção, valor e rendimento de uso e importância para outros processos. Como já foi comentado em outros textos deste blog, o reaproveitamento energético de um determinado produto é de importância considerável e outros problemas como a geração de lixo e demais poluições elevam ainda mais as necessidades com o cuidado com nosso descarte. Podemos dizer que os preceitos básicos da logística verde são: tudo que não for utilizado posteriormente deverá ser re-inserido no processo atual, em outros processos ou sistemas; toda inserção no ambiente deverá gerar impacto ZERO.
Estabelecer caminhos eficientes de reutilização, reciclagem, reuso e reaproveitamento energético se torna de suma importância na consolidação de atividades sustentáveis. Mas, apesar disso, muitas empresas não trabalham com esse tipo de planejamento. O que vemos é o total desconhecimento ou mesmo abandono deste tipo de prática.

A logística verde apresenta uma série de vantagens para as empresas praticantes, podendo ser destacadas: obediência à legislação ambiental no que se trata do tratamento de produtos pós-uso; retorno de produtos à linha de produção, gerando economias; conscientização ambiental dos consumidores; diminuição dos custos com descarte de lixo. Uma empresa que realiza esse tipo de planejamento pode utilizá-lo como diferencial e obter vantagens competitivas no mercado.

A construção dos processos de logística reversa seguem estágios cumulativos:1 – Processo reativo: a empresa trata os resíduos gerados por ela, cumprindo a legislação ambiental vigente.2 – Processo pró-ativo: o tratamento do resíduo objetiva reduzir as quantidades geradas, otimizando processos.3 – Processo eco-eficiente: utilização de técnicas de re-engenharia dos produtos, com a re-inserção total na própria empresa e o reprocessamento por fornecedores. Algumas empresas utilizam essa prática como fidelização de consumidores, trocando por exemplo, usados por novos.4 – Processo de impacto-zero: nesse processo, a empresa extrapola seu ambiente operacional e utiliza toda cadeia de suprimentos (supply chain).

Na onda da preservação, a logística reversa se apresenta como ótima ferramenta e arma para implantação real da sustentabilidade.

Referências bibliográficas:
BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial, 2006. 5a ed. –Bookman.

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* Professor do CEPA, Assistente Administrativo do CEPA;
Consultor em Meio Ambiente Instituto 5 de Junho.
Texto retirado do blog instituto5dejunho.blogspot.com

sexta-feira, 8 de maio de 2009



“Mãe é aquela que ensina com amor, mesmo na disciplina ela dá o seu toque de carinho.”
Feliz dia das Mães!

quinta-feira, 7 de maio de 2009


Deus a abençoe e de sempre forças para estar sempre renovada a cada dia.
Feliz Dia das Mães