quarta-feira, 20 de maio de 2009

GRIPE AMBIENTAL

Por: Ana Lucia dos Santos Barbosa*


O planeta está doente e pede ajuda, tendo como principais sintomas ambientais o aquecimento global, falta de água, excesso de frio e calor, acúmulo de lixo, degelo das calotas polares, inundações, terremotos e maremotos. Já dentro do âmbito social, fatores como a fome, miséria, educação precária e o desemprego contribuem demasiadamente para este estado terminal, o “mundo” sente e tem a necessidade obrigatória de ações que tenham uma visão reflectiva e consciêntizadora em busca da “cura”. E a partir desta necessidade, cabe a cada um contribuir para um mundo melhor, buscando uma educação ambiental nos meios familiares, educativos, sociais e econômicos, afinal, não é só a dengue e a gripe suína que mata, literalmente estaremos vegetando em um meio ambiente totalmente “morto” e seremos julgados e condenados pela a própria consciência pelo assassinado do nosso planeta azul.
E levando em conta um contexto atual totalmente globalizado, é claro e notório que desde o princípio do processo de industrialização (Séc.XVII) não foi planejado nenhum tipo de manutenção das condições ambientais, e hoje se dão conta da necessidade da preservação ecológica, principalmente por pressões do mercado consumidor e sobretudo pelas rigorosas leis ambientais que as “obrigam” para essa atitude. Hoje, ás empresas já detém reflexões futurísticas, buscam medidas para viabilizar os mínimos impactos possíveis para o meio ambiente. Prova disso são as que buscam um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), embasadas em leis e normas as quais tem que seguir, contribuindo de forma responsável em defesa do nosso planeta. As empresas socialmente responsáveis, tem uma atitude ética, onde o consideração passa a ser um ato definitivo, pois fatores como esses passam a ser vistos pelos consumidores, fornecedores , colaboradores e também pelos seus concorrentes e paralelamente criando grandes vantagens econômicas reconhecidas e aplaudidas mundialmente.


*Bacharel em Ciências Contábeis e licenciada em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás – UEG.
Pós-graduada em MBA Gestão Ambiental pela Faculdade Católica de Anápolis – FCA.
Professora de Gestão do CEPA e SENAC